Ando por uma rua larga. Há poucas pessoas ali. O movimento é quase nulo. O ambiente está praticamente deserto.
Este era meu cenário. Esta era a minha realidade. E, para mim, a rua era estreita demais. Para mim, havia muitas pessoas ali.
Quando me dei por mim, já havia andando muitas quadras nesta errônea percepção. Perdi, sim, oportunidades, mas vivi como quis viver. Fiz o que queria fazer.
Muitas vezes nos depararemos com situações que interpretaremos como X o que é Y ou vice-versa (e estas duas letras não são aleatórias). Muitas delas podem levar a caminhos ainda mais interessantes apenas por serem vistas por outra óptica.
Pare e reflita.
Vale a pena? Ou a pergunta seria o que não vale?
Respondido, faça o que achar melhor, mas faça com paixão, com vontade.