O Penhasco

Respiração ofegante. Um nó preso na garganta. Uma das mãos repousando no peito, a ponto de fechar e espremê-lo. Um olhar que retoma o brilho mas que ainda segue agoniado. E um silêncio. Um silêncio sepulcral que toma conta deste lugar.
“Pare!” – eu grito. Mas não há voz que saia. E não há som que cale. “Calma!” – suplico, mas não há mais tempo.
“Você precisa seguir”, “Você precisa continuar”. Entretanto, não há mais caminhos para traçar. É isto o que agonia. Isto o que te leva o sono. Tudo convergindo a uma única direção. E não há alternativas, até que você se vê frente há um penhasco. Um abismo que parece não ter fim.
Você fecha os olhos e respira fundo. Você reza e pede forças para algo maior que você. E quando abre os olhos se surpreende. É você ali, bem na sua própria frente. Diante de si mesmo.
– Isto só pode ser um sonho.
– Mas não é, e nem precisa ser – meu outro eu responde.
Então você percebe. Você mesmo se vê diferente. Não é aquela cicatriz nova, nem aquele novo penteado. É algo além, mais profundo do que você pode tocar. Lúdico demais para pôr em palavras.
– Vem – meu outro eu me estende a mão – Eu fico, mas você deve partir.
Me sinto sozinho. Um vazio no peito se alastra. Ele me acalma.
– Tá tudo bem.
E então percebo que devo ir.
– Não tem volta. Mas não há problemas… Você não precisa voltar. – Ele sorri.
Ameaço olhar entre ombros.
– Não olhe para trás. Você não pode olhar agora. Feche os olhos.
Eu o obedeço.
O abismo à minha frente brilha. Sua luz me aquece.
Não há contagem regressiva. Só um relógio interno que não para de me lembrar o quão pronto estou. E então eu caio em queda livre. Nas minhas profundezas vago até que bato no chão e me levanto. “É isso!” – exclamo como se tivesse descoberto o mundo, como se já não tivesse feito isto tantas outras vezes.
Uma nova estrada se faz, e novos caminhos se traçam.
E você caminha. Porque não há final que nos pare.

É o fim de uma estrada que liga à outra. Um caminho que não acaba quando termina. Um fim que só existe porque tem um começo… E um início que só pode começar porque há um final.

Um ato, uma Mudança

Tudo o que eu falar é opinião própria e estou aberto a ouvir críticas, bem como a opinião de vocês. Se estiver louco ou falar algum absurdo, sintam-se livres para me chamar a atenção.

Ponto 0
Existe um abismo entre a população e a política brasileira. Essa ideia é clara para a sociedade e para os livros de sociologia. Deduzo, com isto, que boa parte dos jovens não entendem o que estão fazendo e qual o papel deles num protesto.
Nasci em 90. O último grande manifesto que o Brasil assistiu desde então foi o dos caras pintadas em 92, o mesmo que ocasionou no impeachment do Collor. Ou seja, na prática, a única manifestação de magnitude próxima à dos caras pintadas é esta. É a primeira vez que os Millennium no Brasil vêem de perto um protesto tão grande, repercutindo em várias cidades do país e sendo assistido pelo mundo todo.

Ponto 1

Sou um Millennium. Muito de vocês, também. Somos caracterizados como uma geração impaciente. Veloz. Virtual. Vivemos na era da informação. O acesso a ela é fácil e descentralizado. Muitos de nós acreditamos que a universidade é desnecessária, que podemos aprender com a mão na massa. E mais: quanto mais informal for o método de ensino de o que quer que formos aprender, melhor.
Até ontem, protestávamos com hashtags. As ruas eram desconhecidas. Protestos “in loco”? Estes só os professores e outras classes de trabalhadores faziam. Aliás, nunca reconhecemos as reindivicações deles por protestos. A palavra que nos ensinaram foi “greve” e, para muitos de nós, significa: um grupo de pessoas tirando NOSSOS diretos, usualmente um bando de folgados que só reclamam e não querem trabalhar. “Affê! greve no metrô de novo? Já teve semana passada!!!”, “Yay!!!  Mais uma semana sem aula porque os professores estão de greve!”. Ademais, convenhamos, greve é tão anos 80, não é mesmo?(ironia).
No início dos atos contra o aumento da passagem, o Movimento Passe Livre foi fortemente reprimido pelo Estado e pela nossa adorada mídia brasileira. Seria uma “greve” estudantil como muitas outras. Logo, os Millennium, aqueles “fogos de palha”, iriam cansar, esquecer e tudo voltaria ao normal.
Só que algo “curioso” aconteceu: em um dos atos contra o aumento da passagem em São Paulo, a mídia brasileira tomou paulada. Uma jornalista levou um tiro de borracha no olho (Folha). Outro foi preso por porte de Vinagre (Carta Capital). Cinegrafistas foram “tocados” com spray de pimenta pela polícia. Imagens das barbaridades começaram a popular a internet. Diversos meios alternativos de comunicação, blogs, etc, começaram a reportar o que realmente acontecia nas ruas. OK, isto todo mundo já sabe e está cansado de ler sobre. Desculpe.

Ponto 2

O fato é: Protestar é algo novo para esta geração que está nas ruas (Num geral, OK?). Muitos de nós não sabemos muito bem como protestar (eu incluso). O que a maioria sabe é o que decorou para as provas de História. E mesmo assim, são vagas memórias (e como são!).

Ponto 3

A mobilização contra a repressão do Estado para com os manifestantes (até então chamados de “Vândalos” e “Baderneiros”) foi nacional. Alias, mundial. Centenas de cidades no Brasil decidiram se manifestar. Brasileiros no exterior foram às ruas, também. Opa, tanta gente na rua, CHEGA! EU VOU PARTICIPAR, TAMBÉM! Este foi a sensação generalizada.

Ponto 4

Ao chegar às ruas, o que protestar? Muitas bandeiras reclamavam coisas distintas. Eram os 20 centavos do aumento da passagem, sim, mas “plus” cinquenta mil outros tópicos. “Os 20 centavos foram o estopim. No Brasil, tudo está errado”. Legal, acho que o “Gigante” acordou, realmente. Mas bem tarde, pelo visto. Começaram a pedir foco em relação ao quê reinvidicar nas redes sociais e veículos de informação.

Participei do Sexto ato e vi de tudo. Gente engajada no movimento. Gente que queria mudança. Gente como eu, que precisava de um empurrãozinho para se interessar no que estava acontecendo ao seu redor. Para ler mais sobre política e como o sistema realmente funciona. Há três anos, eu sabia mais do que acontecia num jogo virtual do que na minha própria cidade.

O problema é que, nada ficou muito claro para muita gente. Até os mais politizados não entendiam muito bem muitas coisas que estavam acontecendo durante o ato. Grupos tocando fogo e quebrando coisas. gente gritando “Quem não pula não é contra o aumento”. O Movimento se transformava em um carnaval fora de época?

Ponto 5

O Movimento é Horizontal. Não tem líderes. Se tem, me apresentem, por favor. (E não, o Anonymous não tem nada a ver com o Passe Livre). A voz é de todos, não de um pequeno grupo. E se há um pequeno grupo, ele não nos representa (esta é a ideia). Hoje temos o Passe Livre como um orientador. Podemos chamá-los de líderes? Entendo que não, até mesmo porque não existe um representante físico (existe?).

Conclusão

Não dá para esperar um Movimento com a mesma “organização” das gerações anteriores, ao menos não num primeiro momento. Uma porque o modelo de manifestação hierarquicamente falando é diferente (Os caras-pintadas eram representados pela UNE e UBES) e outra porque os Millennium pensam diferente, agem diferente e têm uma visão muito macro da coisa. É preciso orientação. E também, não adianta querermos implantar modelos “antiquados”. Em outras palavras, é preciso disseminar a informação de maneira explicativa. “Um manifesto é isso, lutamos por X, e faremos da maneira Y”, e claro, deixar que a informação seja processada pelos Millenniums.

Não somos baderneiros, nem desregrados. Nascemos numa sociedade global e consumista. Aprendemos que uma rede faz barulho, mas estar nas ruas faz mais. O que precisamos é ter clareza na cabeça de o que está acontecendo (Por que eu tenho quase certeza de que muita gente que está batendo panela nas ruas ainda não entendeu).

Seja modinha, seja idiotice, seja ideologia, uma coisa é fato: O brasileiro está nas ruas. Para mim, o que falta é paciência, orientação, embasamento e pronto, teremos movimentos mais consistentes.

Se a educação é falha e a própria geração prefere buscar a informação sozinha, e claro que somos manipulados mais facilmente, mesmo com tantos meios de informação. Como esperamos que quem mal teve sociologia na escola (até 2005, ao menos, o Ensino Médio estadual oferecia Filosofia na grade curricular) vá entender o que é sociedade e vá saber ao certo como reinvidicar seus direitos? Se eu que tive sociologia tenho muitas dúvidas e muitas coisas não são claras, que dirá quem não teve? OK, posso ter um Q.I. mais baixo, etc. mesmo assim… Só acho que não dá para esperar de prontidão um Movimento “perfeito” quando o abismo Política/Sociedade é conhecido e claro.

Um até Logo

Dizer adeus não é fácil. Despedir-se requer certas competências que nem sempre temos ou estamos preparados para ter. É a quebra de uma rotina que se atrela a um sentimento de perda. Contudo, uma despedida não precisa significar perder algo. Significa saber a hora de deixar partir…
Há momentos em que não escolhemos quando alguém vai sair de nossas vidas. Simplesmente porque às vezes não é de nosso escopo decidir isto. Quando este é o caso, o que cabe a nós é não só aceitar, mas também permitir esta ida.

Saudades. Querer trocar ao menos uma palavra e saber que esta possibilidade não existe mais. Lembrar-se de um sorriso que não pode mais se formar… E a nostalgia de uma tarde alegre com alguém que não está mais aqui.
Vozes e cenas se mesclam num filme que nos instiga ainda mais a não querer se despedir. Entretanto, se houver esta necessidade, simplesmente há, e não existe nada que possamos fazer quanto a isso.
Saudades. Não são memórias nem rastros de alguém que já não está em nossas vidas. São partes de um alguém que mantemos vivo dentro de nós.

Então, até logo… Fique bem.
E onde quer que você esteja, meu coração estará com você.

“Em casa, mais uma vez. De volta para onde tudo começou…” – Love is a fire / Courrier

O começo sem Regresso

Um novo começo não significa dar passos para trás.
Não significa passar a borracha em sua história, nem se esquecer das dificuldades que te fizeram maior.
Começar do zero significa usar aquela energia nova e reorganizar seu espaço. Reformar sem mudar suas raízes. Ou quem sabe mudar tudo, mesmo. Reconstruir. Mas sempre com muita calma e planejamento.
Os resultados não costumam ser imediatos. É comum que as coisas não aconteçam na nossa velocidade… Certas vezes, tudo passa mais rápido do que podemos processar, outras nem tão de pressa. O importante é que acompanhemos a inconstância que nossa vida representa e traduz todos os dias em situações diferentes.

Uma palavra. Um sorriso. Efeitos diversos. Reações sortidas. Só depende de como você enxerga o mundo ao seu redor. E digo mais: é você quem o constrói. Portanto, você também é responsável por mantê-lo em órbita. Vivo. Saudável. Você, ninguém mais.

Esta é a minha casa. A nossa casa. Abrimos a porta para quem e para o que quisermos, ninguém e nada mais. Acredite se quiser, somos responsáveis por quem somos, por como vivemos e reagimos aos estímulos externos.

Nem sempre você vai acordar com aquela vontade de mudar o mundo. Às vezes, as coisas não vão funcionar como você espera. O que difere o que isto vai refletir em você é como você gerencia o que não está sob o seu controle.
Uns chamam de maturidade, outros de consciência. Contanto que se entenda, acho que já é o bastante.

O reversivo Equilíbrio

O Sol cruza o céu de norte a sul. As folhas das árvores caem e secam enquanto outras renascem. Portas se abrem e se fecham. Nos embreagamos de vida e ficamos sóbrios outra vez. O tempo passa com a promessa de não voltar, porém regressamos ao passado quando nos convém. Os anos voam, sofremos mutações e mudamos. Vivemos mais, vivemos menos, e a incerteza do amanhã faz com que sonhemos com um hoje sempre mais ideal. Não importa onde chegamos, sempre queremos ir mais longe.
A vida ensina. Às vezes, a gente aprende. Nossos caminhos se torcem e se retorcem, o horizonte fica turvo. Não se acanhe, tudo sempre fica bem.
A gente chora. A gente ri. Nossos problemas se repetem, e vivemos muito ocupados nos ocupando para perceber o que quase sempre está na nossa frente. O óbvio nos irrita, mas nos esquecemos que a vida é óbvia.
Somos inocentes. Somos perversos. Somos tudo o que rejeitamos no outro. Somos Amor, apesar de pendermos à Dor. Somos humanos. Somos.

Há luz em todo ser vivo. Brilhamos a todo instante. Muitos têm medo de se ofuscar na luz alheia. Não se deixe levar pela ameaça do outro ser melhor. Cada um é especial do jeito que é. E não se esqueça; brilhar é também deixar que os outros brilhem.

Num mundo onde a competição empreguinou-se nas pessoas e o medo de fracassar as levam a cometer erros piores do que cometeriam se se permitissem errar, o ódio e a intolerância ao distinto tornam-se banais. A vida perde seu valor real. Os valores morais se invertem e o vilão se faz herói.

Precisamos de mais “nós” e menos “eu”… De enxergar o outro como tão importante quanto nós. De se irritar menos e sorrir mais. De ser mais e estar menos.

Avulso II

Olho para a parede sem relógio e me pergunto que horas devem ser. A janela está semi-aberta, mas não há nenhum indício de que já passou das cinco. Por isto, aguardo. E aguardo há algum tempo.
Giro uma mecha de cabelo no indicador. Enquanto isto, navego em mim mesmo. Perco meu sono, minha realidade e fico no meio, bem no meio. O meu mundo se torna lúdico e então me entrego. Me integro.
A medida que o tempo passa, fico mais alerta. A percepção das coisas se aguça e o que antes era obscuro passa a ficar claro. A névoa que atrapalhava a visão se dissolve. O mundo pulsa e agora posso enxergar. Um sorriso bobo que se forma sozinho.
Fácil e difícil só dependem de como você encara as coisas. Mas ainda assim, o discurso é mais fácil quando não ultrapassa o âmbito da Fala.

Se o momento pede um avanço, não adianta quantos passos você queira dar para trás, isto não vai acontecer. Pense e repense. Respire fundo. Siga seu coração

Não se precisa ver as coisas como os outros vêem. Contudo, é preciso ver.

O mal resolvido se Acerta

É comum mantermos situações mal resolvidas em nossas vidas. Os motivos sempre variam e cada um tem suas próprias justificativas. Independente disto, certos momentos chegam para que fechemos algo que esteja pendente.
Às vezes é preciso um chacoalhão, um estímulo externo, para que as coisas andem para frente.
Longe de estar ao nosso controle, e mais longe ainda de sempre ser o que imaginávamos que seria, o resultado destes momentos não dependem da nossa vontade.
O fato é um só: se a hora de finalização chegou, não existe uma opção secundária.

É como aquela última viagem naquele trem antes corriqueiro… Aquela incerteza mais clara de que um possível retorno pode tardar mais do que você espera.

E então você sorri. As armas se abaixam e a paz é declarada. É o fim de mais uma longa guerra. Outras virão, mas você já pode descansar desta.

Feche os olhos. Encha seus pulmões com o máximo de ar que conseguir. Ouça seu coração. Desfrute seu momento e feche o livro. “Tap”! Guarde-o na estante. Agora fica mais fácil entender: A história acabou, mas não deixa de existir. Ela vai estar sempre ali. Só cabe a você visitá-la um dia, ou não.

O fechar Desajeitado

Passos corridos e desajeitados. Um ônibus que nunca chega e um bilhete amassado na mão. Um coração que bate mais forte do que você jamais imaginou. Uma visão turva e um sonho que se dissolve enquanto você respira.
Então você descobre que você não está contra o tempo, mas contra você mesmo e que certos capítulos só se fecham quando você entende suas próprias escolhas. Se você não aceita suas consequências, não desfruta suas vitórias.
E quando não se trata mais de tentar, é porque a única possibilidade é conseguir. Só é preciso entender que na vida não se tem perda, mas ganhos. Ou isto é só mais uma questão de ótica…

O som de uma cachoeira me intriga não pelo seu volume, mas por sua continuidade. Mesmo tendo uma aparência idêntica, a água que ali passa nunca é a mesma. É ser diferente sendo igual.

(?)

Quantas voltas damos para chegar num mesmo destino? Será que o preço das coisas é tão alto quanto imaginamos? Quão longe podemos ir sem sair do lugar?

E se seus medos fossem gente… Como você lidaria com eles? Por que esperamos o ano novo para avaliarmos nós mesmos? E por que fazemos do prometer algo tão mais fácil que o cumprir?

Por que valorizar as coisas somente na escassez?
Por que o ganhar não costuma doer como o perder, mesmo quando a vitória significa perder algo?
Por que buscamos tanto no mundo o que está dentro de nós?

Quantos erros nos permitimos comenter antes de aceitar uma falha? E quantas falhas assistimos até mudarmos um comportamento?
Pois é, eu também não sei…

Reconstrução

Um zumbido gradativo bem no interior do ouvido me despertou. Abri os olhos e me vi no chão. Havia pó de concreto e areia cobrindo toda a extensão que podia ver. A minha primeira tossida dispersou uma boa quantidade do pó próximo do meu rosto formando uma nuvem cinza claro no ar. Levantei-me e senti meus ossos estalarem. Meu corpo doía. A cabeça ainda latejava.
Vaguei sem rumo por algum tempo entre os destroços do que parecia ter sido uma cidade. Vigas e alicérces do que eram edifícios agora estavam semi ou totalmente destroçados. Um vasto campo acidentado. Um deserto. E eu estava ali. Respirei fundo.
Há menos de um metro havia um grande martelo. A mensagem era clara. Era tempo. Me aproximei do que restara de um muro e martelei um de seus cantos. Ajoelhei. Aquilo machucava meu peito. Novamente respirei fundo e me levantei. Mais uma pancada. Uma lágrima brotou e deslizou pela maça do rosto.
Não sei quanto tempo levou para que eu derrubasse cada vestígio daquele lugar. Não sei quanto me custou, mas doeu. Apesar de necessário, doeu.
É o preço do crescimento, dizem. Abrir mão de certas coisss. Soltar o pássaro.
Me espreguicei, ainda com o coração latejante, e comecei a segunda parte da minha tarefa… Reconstruir.

E com tijolo após tijolo eu vejo uma cidade nova. Tão igual e tão diferente a anterior. Um novo lugar no mesmo local.
Não é questão de se reinventar ou não… É fazer diferente sempre que nos for solicitado.

Libertar o prisioneiro quando a pena dele acabar.
Deixar partir.