O respeito às Escolhas

Muitas são as bifurcações que passamos durante nossa estadia na Terra.

Todos nós fazemos escolhas diárias que nos levam a algum objetivo maior, seja ele planejado ou não. Seja ele o que for.

Escolher é um dos pilares da liberdade. Gozar desse direito é uma mordomia que nem todo mundo tem.

Por ser de tamanha importância e por ter tamanho peso em nossas vidas, é muito valoroso que aceitemos o caminho que escolhemos seguir – se virarmos à esquerda na próxima bifurcação que nos depararmos, por exemplo,  não é muito saudável ficar imaginando o que aconteceria se tivessemos ido para o outro lado. Isso atrasa a caminhada. Logo, você demora mais para chegar onde quer que queira.

Sim, é importante ressaltar o meu uso de ir para ao invés de ir ao. A preposição faz toda a diferença: enquanto a primeira sugere uma passagem só de ida, a segunda deixa a volta em aberto – você pode ou não voltar. É uma possibilidade existente.

Se você decidiu algo e está determinado a colher os frutos dessa decisão, não olhe para trás. Faça o que tiver que fazer para manter a si mesmo no eixo, focando aquilo que decidiu.

Se, porventura, num futuro qualquer, você se deparar com uma bifurcação que possa te levar a retomar uma escolha já feita no passado – sei lá, uma chance dois – tem que ficar claro que a situação vai ser outra: você é outra pessoa a cada dia novo. Ter a chance de fazer uma segunda escolha não significa necessariamente voltar atrás ou repetir uma história.

Coisas da vida.

Aceite o que está inerente aquilo que você mesmo escolheu. Respeite isso. Não fazê-lo é mostrar-se ingrato às próprias decisões. E acredite: isso sempre pesa algum dia.

Nem sempre é fácil. Aliás, poucas vezes é.

A verdade é que nem todos os dias são só de flores.

Mas… No fim das contas… O que é?

🙂