Trinta e um. Um número um tanto interessante. Às vezes, simboliza um novo ano, às vezes, um novo mês. Novo. Vem sempre algo novo depois do trinta e um. Nem sempre tão novo como se espera, nem sempre tão tarde quanto se quer. Mas uma coisa é fato: trinta e um é a chavinha que gira e nos traz um novo cenário.
E quantos trinta e um realmente vivemos? O equivalente a nossa idade? Ou todos os trinta e um de todos os anos que vivemos? É… Esta conta não é tão simples assim. Complexa em demasia, talvez, mas há um motivo para isto.
A renovação não vem de uma simples troca de dígitos, apesar de muita gente dar o ponta pé inicial a partir de uma.
Não é o trinta e um que muda. Somos nós que ritualizamos nossos planos e sonhos para que se iniciem nesta data. E porque não transformarmos todos os dias em trinta e um? Ou então mantermos esta simbologia, mesmo? Que diferença vai fazer?
Não importa quantos trinta e um venham. Nem se trinta e um não for, de fato, trinta e um. O que importa é manter a mudança viva, esta chama acesa que queima incessante no coração, pois é ela que nos traz os desafios que buscamos vencer.
É parte do sucesso. Sucesso este que, no fundo, no fundo, bem lá no fundo, só depende de nós.