É comum mantermos situações mal resolvidas em nossas vidas. Os motivos sempre variam e cada um tem suas próprias justificativas. Independente disto, certos momentos chegam para que fechemos algo que esteja pendente.
Às vezes é preciso um chacoalhão, um estímulo externo, para que as coisas andem para frente.
Longe de estar ao nosso controle, e mais longe ainda de sempre ser o que imaginávamos que seria, o resultado destes momentos não dependem da nossa vontade.
O fato é um só: se a hora de finalização chegou, não existe uma opção secundária.
É como aquela última viagem naquele trem antes corriqueiro… Aquela incerteza mais clara de que um possível retorno pode tardar mais do que você espera.
E então você sorri. As armas se abaixam e a paz é declarada. É o fim de mais uma longa guerra. Outras virão, mas você já pode descansar desta.
Feche os olhos. Encha seus pulmões com o máximo de ar que conseguir. Ouça seu coração. Desfrute seu momento e feche o livro. “Tap”! Guarde-o na estante. Agora fica mais fácil entender: A história acabou, mas não deixa de existir. Ela vai estar sempre ali. Só cabe a você visitá-la um dia, ou não.