A ressaca pós Tempestade

Desta vez, o tremer do chão. Foi a primeira vez que senti o amargo tão forte. Era um tufão no peito que o preenchia com sentimentos diversos e conflitantes ao mesmo tempo.
A tempestade passara, mas ainda havia a ressaca do mar. Agora é com o tempo.
Começo a me amar como nunca antes. E começo agora a enxergar o ambiente com angulos distintos dos quais estou acostumado a ver.
Desta vez, sinto todos ao meu lado e sinto coisas que já não sei nomear.

Eu quero de novo me jogar do penhasco. Por que mais uma vez vou arriscar. E é este calor no meu peito, este que aquece minhas veias. É este que eu quero manter.
Há teias que me seguram. É hora de rompê-las. Por que fui eu quem as deixei formar. Portanto, hei de ser quem as desgrudará dos pés.

É hora de pular. Mais uma vez

Leave a comment